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Evite Alimentos Geneticamente Modificados, Saiba Porque!

Pesquisas estão sendo realizadas para estudar os efeitos dos alimentos geneticamente modificados (transgênicos) sobre nossa saúde.

 
Os Alimentos Geneticamente Modificados são plantas ou animais que passaram por engenharia genética com DNA de outros seres vivos, como bactérias, vírus, plantas e animais.
 
As combinações genéticas resultantes não ocorrem naturalmente, nem na vida selvagem nem através de cruzamentos tradicionais.
 
Os alimentos geneticamente modificados são criados, em geral, para combater pragas e parasitas que ameaçam plantações. 
 
Existe uma grande variedades de alimentos geneticamente modificados ou manipulados que a indústria dos transgênicos apresenta para tentar nos convencer dos méritos dessa tecnologia. 
 

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Manipulou-se o arroz para aumentar sua quantidade de ferro e vitaminas. Vegetais são geneticamente modificados para se tornar mais resistentes a extremos meteorológicos.
 
Certas árvores frutíferas e castanheiras são manipuladas para dar frutos mais cedo do que seria o normal.
 
Até bananas são modificadas geneticamente para produzir vacinas humanas contra doenças como a hepatite B.
 

Embora seja verdade que nem todo organismo geneticamente modificado é intrinsecamente ruim.

 
Os métodos usados para criar e cultivar transgênicos podem embutir práticas com consequências de longo alcance, muitas das quais ainda não compreendemos.
 
Além dos receios em relação aos efeitos das alterações genéticas nos transgênicos sobre a saúde humana, um dos aspectos mais problemáticos e polêmicos dos transgênicos tem a ver com as atuais práticas de cultivo na produção de alimentos geneticamente modificados.
 
 
 
  
Os agricultores não extraem mais as ervas daminhas dos campos com colheita manual ou máquinas, simplesmente borrifam sobre as plantações o glifosato, uma substância química que mata as intrusas.
 
Além disso, aplicam uma quantidade extra desse produto logo antes da colheita para obter uma safra maior e o utilizam também como agente secador, para preparar o solo para uma nova semeadura.
 
O uso de sementes transgênicas permitiu que os agricultores empregassem enormes quantidades desse herbicida, o que significa que os alimentos alimentos geneticamente modificados — e os alimentos cultivamos de maneira convencional — estão, invariavelmente, contaminados com glifosato, o “fumo” do século XXI, que causa graves danos à saúde humana.
 
Da pra escrever um livro sobre as questões políticas e os efeitos biológicos do glifosato. Mas, por enquanto, vou citar apenas as maiores preocupações no que diz respeito a saúde humana. 
 
 

 

O Glifosato

  • Atua como um poderoso antibiótico, massacrando bactérias benéficas do intestino e rompendo, dessa forma, o equilíbrio saudável de seu microbioma;
  • Mimetiza hormônios como o estrogênio, provocando ou estimulando a formação de tumores cancerosos sensíveis a hormônios;
  • Prejudica a ação da vitamina D, que tem um papel importante na fisiologia humana;
  • Reduz os níveis de substâncias cruciais como o ferro, cobalto, molibdênio e cobre;
  • Compromete a capacidade de eliminar toxinas;
  • Prejudica a síntese do triptofano e da tirosina, aminoácidos importantes na produção de proteínas e neurotransmissores.
 
 
Não surpreenderia nem um pouco se em breve fosse revelado que a epidemia de obesidade pode, pelo menos em parte, ser atribuída ao uso indiscriminado de glifosato e ao consumo de transgênicos, em razão de seus efeitos químicos sobre a saúde do intestino e o microbioma.
 
Nunca é bastante ressaltar a importância de evitar alimentos que tiverem contato com o glifosato. 
 
É preciso que nos ergamos em protesto contra essa experiência inaceitável. Enquanto o glifosato não é proibido, devemos dar prioridade a produtos orgânicos, alimentos à base de animais criados no pasto e a produtos comprovadamente livre de transgênicos.
 
 
 
 
 

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