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Diminua os Açúcares (Principalmente o Açúcar Refinado)

O açúcar se encontra em quase todo alimento industrializado.

 
Pode aparecer sob diferentes rótulos — açúcar de cana, malte de cevada, frutose cristalina, caldo de cana evaporado, caramelo, xarope de milho rico em frutose, maltodextrina —, mas é açúcar assim mesmo. 
 
Nos últimos 100 anos, quintuplicou o consumo de frutose, encontrada naturalmente nas frutas, mas consumida, sobretudo, em alimentos altamente processados que contém xarope de milho rico em frutose. 
 
 
 
 
A frutose está atrelada ao desenvolvimento da doença hepática gordurosa não alcoólica, uma condição em que a gordura se acumula no fígado e desencadeia processos inflamatórios, além de poder levar também à alteração cicatricial e à cirrose. 
 
O consumo de frutose, na verdade, está associado à resistência à insulina, ao excesso de gordura no sangue e à pressão arterial elevada (hipertensão). 
 
Comparada à glicose, a frutose tem 7 vezes mais probabilidade de resultar em agregados de proteína e carboidratos aderentes, similares ao caramelo, chamados produtos finais da glicação, que causam estresse oxidativo e processos inflamatórios. 
 
A frutose não provoca a produção de insulina ou leptina, os dois hormônios-chaves que regulam o metabolismo, e em parte é por isso que dietas ricas em frutose podem levar à obesidade e às suas consequências metabólicas, que podem chegar ao cérebro e causar disfunções. 
 
Na verdade, o açúcar provoca mudança em nossa membrana celular, artérias, hormônios, sistema imunológico, intestino e em todo o nosso sistema neurológico. 
 
Embora gostemos de pensar que estamos fazendo um bem a nós mesmo ao trocar o açúcar refinado por produtos seminaristas, como adoçantes à base de estévia e sucralose (que são anunciados como “de origem natural”), trata-se de produtos químicos disfarçados. 
 
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E quanto aos adoçantes artificiais? 

 

 
O corpo humanos não consegue digeri-los, e é por essa razão que eles não possuem calorias.
 
Mesmo assim, eles têm que passar pelo trato gastrointestinal. 
 
Durante muito tempo, partimos do pressuposto de que os adoçantes artificiais são, em sua maioria, ingredientes que não causa danos, que vão afetar nossa fisiologia. Longe disso! 
 
Em 2014, um artigo divisor de águas, que desde então virou referência, foi publicado na revista Nature, provamdo que os adoçantes artificiais afetam as bactérias do intestino, de maneira que leva a disfunções metabólicas, como a resistência à insulina e o diabetes, contribuindo para o mesmíssimo sobrepeso e a mesmíssima epidemia de obesidade que a propaganda a propaganda afirma que eles solucionam. 
 
 
Fique atento: exemplos de açúcares e adoçantes populares 
  • Caldo de cana evaporado 
  • Xarope de milho 
  • Xarope de milho rico em frutose 
  • Frutose cristalina 
  • Frutose 
  • Sacarose 
  • Malte 
  • Maltose 
  • Maltodextrina 
  • Dextrose 
  • Açúcar de beterraba 
  • Açúcar turbinado 
  • Açúcar invertido 
  • Aspartame 
  • Ciclamato 
  • Sacarina 
  • Sucralose 
 
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