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Equilibre os Hormônios, Reduza os Picos de Insulina e Aumente a Sensibilidade à Leptina

 

Seu sistema endócrino, que contrata e administra os hormônios do corpo, em muitos casos é quem fica no controle de como você se sente — mau-humorado, cansado, faminto, excitado, doente, saudável, com calor ou com frio.

 
Ele comanda o desenvolvimento, o crescimento, a reprodução e o comportamento, por meio de um sistema de hormônios, os mensageiros químicos do corpo, viajando dali pela corrente sanguínea até atingir órgãos e tecidos.
 
 
Eles desempenham um papel vital em todos os sistemas do corpo:
 
  • Reprodutor
  • Nervoso
  • Respiratório
  • Cardiovascular
  • Esquelético
  • Muscular
  • Imunológico
  • Urinário
  • Digestivo
 
 
Desequilíbrios hormonais podem levar a sérios problemas de saúde:
 
transtornos metabólicos e de tireoide, infertilidade, câncer, queda de cabelo, fadiga, depressão, perda de libido, dores crônicas e muito mais.
 
 As mulheres passam por quedas no nível de estrogênio e oscilações nos hormônios da tireoide durante e depois da menopausa
 
Enquanto os homens sofrem uma queda no nos níveis de testosterona de 1% a 2% ao ano depois dos 30 anos (parte dessa queda, porém, pode ser atribuída a fatores de estilo de vida e não apenas ao envelhecimento).
 
 
A boa notícia é que muitas vezes as disfunções hormonais podem ser tratadas através da dieta…
 
 

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 A Insulina

 
Como você provavelmente já sabe, é um dos hormônios mais importantes do corpo.
 
Ela circula pela corrente sanguínea, onde pega a glicose e a leva para dentro das células de todo o corpo, para que possa ser usada como energia.
 
O excesso de glicose, de que as células não necessitam, é armazenado no fígado como glicogênio ou depositado em células de gordura.
 
As células normais e saudáveis reagem sem dificuldade a insulina.
 
Mas quando são incessantemente expostas a níveis elevados desses hormônios, como resultado de picos constantes de glicose, causados na maioria das vezes pelo consumo em excesso de carboidratos processados, nossas células se adaptam e se tornam “resistentes” ao hormônio.
 
Não se pode contestar as conexões entre glicose alta no sangue, resistência à insulina, diabetes e obesidade. 
 

Existe dois outros hormônios importantes ligados ao metabolismo que também tem em comum uma relação com a insulina: a leptina e a grelina

 
 
A leptina, participa de vários processos do corpo, mas é mais conhecida por seu papel de supressão do apetite. Ela reduz a ânsia de comer.
 
Como funciona: quando as células de gordura começam a se encher, elas liberam leptina. Quando essas células começam a encolher, com a queima do seu conteúdo para produção de energia, a liberação de leptina vai diminuindo.
 
 
A grelina, o “hormônio da fome”, é desencadeado pelo estômago vazio e faz o apetite aumentar. À medida que o estômago se enche de comida e se expande, ele sinaliza ao cérebro que é hora de diminuir a grelina.
 
Um desequilíbrio entre a leptina e a grelina vai enlouquecer seu desejo por comida, sua sensação de saciedade é sua cintura.
 
As pessoas resistentes à leptina não se sentem saciadas (e não conseguem parar de comer).
 
 
Obviamente, o objetivo é não apenas alcançar o controle ideal de glicose sanguínea por meio de níveis saudáveis de insulina, mas também equilibrar a relação entre a leptina e a grelina e, em especial, aumentar a sensibilidade do seu corpo a leptina.
 
 
Isso pode ser feito através da dieta e também do sono e exercícios.
 
A privação do sono reduz a leptina, fazendo seu cérebro receber mensagens de que precisa ir em busca de calorias.
 
A atividade física melhora a sinalização da leptina (assim como a sensibilidade à insulina).
 
 
 

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